novo

   (11) 2081-0384  /  (11) 2081-0385  /  (11) 2081-0386  /  (11) 2601-2767
Skype Me™!mundo.mystiko.01    Skype Me™!mundo.mystiko.02    Skype Me™!mundo.mystiko.03

Pagina Inicial   |    Como Fazer a Consulta   |    Nossos Produtos   |    Confirmação de Pagamento   |    Fale Conosco   |    Mapa  Site

    mm

(11) 2081-0384

Skype Me™! Skype Me™! Skype Me™!

  Acupuntura
  Alquimia
  Amuletos
  Anjos
  Aromaterapia
  Astrologia
  Aura
  Banho de Ervas
  Baralho Cigano
  Blog
  Budismo
  Candomblé
  Cartomancia
  Chakras
 Compatibilidade Signos
  Cores das Velas
  Cristais
  Cristianismo
  Cromoterapia
  Dia do Nascimento
  Downloads
  E-mail Gratuito
  Esoterismo
  Espiritismo
  Espiritualismo
  Fitoterapia
  Fadas
  Feng Shui
  Florais
  Gnose
  Grafologia
  Hermetismo
  Hinduísmo
  Hipnose
  Horóscopo
  Horóscopo Chinês
  I Ching
  Iniciais dos Nomes
  Iridologia
  Islamismo
  Judaísmo
  Kabalah
  Kardecismo
  Maçonaria
  Magia
  Mandala
  Mantras
  Massoterapia
  Meditação
  Mensagens
  Misticismo
  Músicas
  Neurolinguistica
  Numerologia
  Ocultismo
  Orixás
  Parapsicologia
  Promoções
  Quimbanda
  Quiromancia
  Quiropraxia
  Reflexologia
  Regressão
  Reiki
  Rosacruz
  Runas
  Santos do Dia
  Shiatsu
  Simpatias
  Trabalhe Conosco
  Taoismo
  Tarot
  Teosofia
  Testes
   Umbanda
  Vidas Passadas
  Wicca
  Xamanismo
  Yoga
  Zoroastrismo

Zoroastrismo

...   

...   

O zoroastrismo, é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta Zaratustra, a quem os gregos chamavam de Zoroastro.

 

É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com os historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.

 

Tem seus fundamentos fixados no Avesta e admite a existência de duas divindades (dualismo), representando o Bem (Aúra-Masda) e o Mal (Arimã), de cuja luta venceria o Bem.

 

Zaratustra viveu na Ásia Central, num território que compreendia o que é hoje a parte oriental do Irã e a região ocidental do Afeganistão. Não existe um consenso em torno do período em que viveu; os acadêmicos têm situado a sua vida entre 1750 e 1000 a.C.. Sobre a sua vida existem poucos dados precisos, sendo as lacunas preenchidas por lendas.

 

De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zaratustra viveu no século VI a.C., pertencendo ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote.

 

Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas, sendo este o primeiro de uma série de encontros com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem.

 

As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zaratustra. Após doze anos de pregação Zaratustra abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região que se encontra no atual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zaratustra e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino.

 

O principal documento que nos permite conhecer a vida e o pensamento religioso de Zaratustra são os Gathas, dezessete hinos compostos pelo próprio Zaratustra e que constituem a parte mais importante do Avesta ou livro sagrado do zoroastrismo. A linguagem dos Gathas assemelha-se à que é usada no Rig Veda, o que situaria Zaratustra entre 1500-1200 a.C. e não no século VI a.C.. Vivia na Idade do Bronze, numa sociedade dominada por uma aristocracia guerreira.

 

Para alguns investigadores, muito mais do que o fundador de uma nova religião, Zaratustra foi antes um reformador das práticas religiosas indo-iranianas. Ele propôs uma mudança no panteão dominante que ia no sentido do monoteísmo e do dualismo. Na perspectiva de Zaratustra, os ahuras passam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas o mal. Na Índia, o percurso seria inverso, com os ahuras a representarem o mal e os daevas o bem.

 

Atualmente os zoroastrianos dividem-se entre o dualismo ético ou o dualismo cosmológico, existindo também outros que aceitam os dois conceitos. Alguns acreditam que Ahura Mazda tem um inimigo chamado Angra Mainyu (ou Ahriman), responsável pela doença, pelos desastres naturais, pela morte e por tudo quanto é negativo. Angra Mainyu não deve ser visto como um deus; ele é antes uma energia negativa que se opõe à energia positiva de Ahura Mazda, tentando destruir tudo o que de bom foi feito por ele (a energia positiva de Deus é chamada de Spenta Mainyu). No final Angra Mainyu será destruído e o bem triunfará. Outros zoroastrianos encaram o dualismo no plano interno de cada pessoa, como a escolha que cada um deve fazer entre o bem e o mal, entre uma mentalidade progressista e uma mentalidade retardatária.

 

Os zoroastrianos acreditam que Zaratustra é um profeta de Deus, mas este não é alvo de particular veneração. Eles acreditam que através dos seus ensinamentos os seres humanos podem aproximar-se de Deus e da ordem natural marcada pelo bem e justiça (asha).

 

 

Sacerdócio

 

Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai.

 

Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de Ervad, neste grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei; desempenham apenas uma função de assistente nas cerimônias mais importantes da religião.

 

Acima de si encontra-se o Mobed e por sua vez acima deste o Dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos, por vezes comparado ao bispo do cristianismo.

 

 

Templos Religiosos

 

Os templos religiosos do zoroastrismo, onde se desenrolam as cerimônias e se celebram os festivais próprios da religião são conhecidos como templos de fogo.

 

Estes edifícios possuem duas partes principais. A mais importante é a câmara onde se conserva o fogo sagrado, que arde numa pira metálica colocada sobre uma plataforma de pedra. Os sacerdotes zoroastrianos visitam o fogo cinco vezes por dia e procuram mantê-lo acesso, fazendo oferendas de sândalo purificado. Recitam também orações perante o fogo com a boca tapada por um tecido, de modo a não contaminarem o fogo. Este respeito pelo fogo sagrado levou a que os zoroastrianos fossem chamados de "adoradores de fogo", o que constitui um erro, na medida em que o fogo não é adorado em si, mas como um símbolo da sabedoria e luz divina de Ahura Mazda.  

 

 

Rituias

 

O zoroastrismo não determina que os membros devam realizar um número obrigatório de orações por dia. Os zoroastrianos podem decidir quando e onde desejam orar. A maioria dos zoroastrianos reza várias vezes por dia, invocando a grandeza de Ahura Mazda. As orações são feitas perante uma chama de fogo.

 

O Navjote é uma cerimônia de iniciação obrigatória destinada às crianças zoroastrianas que deve acontecer entre os sete e os quinze anos de idade. É importante que a criança já conheça as principais orações da religião.

 

Antes da cerimônia começar a criança toma uma banho ritual de purificação (Naahn). Durante a cerimônia, conduzida pelo mobed e na qual estão presentes familiares e amigos, a criança recebe o sudreh (ou sedra, uma veste branca de algodão) e o kusti (um cordão feito de lã) que ata na sua cintura. A partir deste momento o zoroastriano deve usar sempre o sudreh e o kusti.

 

O casamento zoroastrianos implica dois momentos distintos. No primeiro os noivos e os seus padrinhos assinam o contrato de casamento. Segue-se a cerimônia propriamente dita durante a qual as mulheres da família colocam sobre a cabeça dos noivos um lenço; simultaneamente dois cones de açúcar são esfregados um contra o outro. O lenço é então cosido, simbolizando a união do casal. As festas do casamento podem prolongar-se entre os três e os sete dias.

 

 

Ritual na Morte

 

Os zoroastrianos acreditam que o corpo humano é puro e não algo que deva ser rejeitado. Quando uma pessoa morre o seu espírito deixa o corpo num prazo de três dias e o seu cadáver é impuro. Uma vez que a natureza é uma criação divina marcada pela pureza não se deve poluí-la com um cadáver.

 

Na prática esta crença implicou que os cadáveres dos zoroastrianos não fossem enterrados, mas colocados ao ar livre para serem devorados por aves de rapina, em estruturas conhecidas como Torres do silêncio (dokhma).

 

Após a morte um cão é trazido perante o cadáver, num ritual que se repete cinco vezes por dia. No quarto onde se encontra o cadáver arde uma pira de fogo ou velas durante três dias. Durante este tempo os vivos evitam o consumo de carne.

 

Os participantes no funeral vestem-se todos de branco, procurando-se evitar o contacto direto com o defunto. O cadáver (sem roupa) é então depositado numa torre do silêncio. Depois das aves terem consumido a carne, os ossos são deixados ao sol durante algum tempo para secarem.

 

Por motivos vários (relacionados por exemplo com a diminuição da população de aves de rapina ou com a ilegalidade desta tradição em alguns países) esta prática tem sido abandonada, zoroastrianos residentes em países ocidentais e até mesmo no Irã e Índia, optando-se pela cremação.

 

 

Festividades

 

As comunidades zoroastrianas atuais regem-se por três calendários diferentes:

 

o Fasli (usado pelos Zoroastrianos Iranianos e alguns Parses);

o Shahanshahi (usado pela maioria dos Parses); e

o Qadimi (este último o menos utilizado de todos).

 

O que significa que as festas religiosas podem ser celebradas em diferentes dias, nestes calendários cada mês e cada dia do mês recebe o nome de um Amesha Spenta ou de um Yazata.

 

Os zoroastrianos celebram seis festivais ao longo do ano - os Gahambars - cujas origens se encontram nas diferentes atividades agrícolas dos antigos povos do planalto iraniano e nas estações do ano.

 

O Noruz é o Ano Novo Persa, celebrado no dia 21 de Março no calendário Fasli (os parses celebram o Noruz em meados de Agosto).

 

Por volta deste dia os zoroastrianos colocam nas suas casas uma mesa com sete itens:

 

_ Um vaso com rebentos de lentilhas ou de trigo,

_ Um pudim,

_ Vinagre,

_ Maças,

_ Alho,

_ Pó de sumagre,

_ Frutos da árvore jujube.

 

Outros elementos que enfeitam a mesa são moedas, o Avesta, um espelho, flores e uma imagem de Zaratustra.

 

O Noruz é celebrado com o uso de roupas novas, com o consumo de pratos especiais, com a troca de presentes e com a celebração de cerimônias religiosas.

 

O fogo tem nele um significado especial. Seis dias depois do Noruz os zoroastrianos festejam o nascimento

...   

 

 

 

Vamos... Aproveite, Faça *AGORA* sua consulta esotérica !!!

          (11)  2081-0384  /  2081-0385  /  2081-0386
x
          Atend. 01Skype Me™! Atend. 02Skype Me™!Atend.  03Skype Me™!

 

 

 

 

Mundo Mystiko® Com. e Serv. Ltda.

Todos os Direitos Reservados - Copyright © desde 2003